escrevo pouco, mas quase não calo a boca
é comouma espinhaa vontade éde arrancá-laespremê-laentre as unhasimundasapertá-lacom os dedosoleosose quanto maisse tentapior ele ficaum poemasujocomo uma espinhahá que se deixarsecar e morrerde desistênciasantinaturais
a silhueta da sua barriga se desenha e uma cidade desaparece do mapa litorâneo as suas células são criativas e se reproduzem enquanto a geog...
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