escrevo pouco, mas quase não calo a boca
é comouma espinhaa vontade éde arrancá-laespremê-laentre as unhasimundasapertá-lacom os dedosoleosose quanto maisse tentapior ele ficaum poemasujocomo uma espinhahá que se deixarsecar e morrerde desistênciasantinaturais
a fenda no meu vestido a fendi no meu verso a tua mão nas minhas coxas na parte de dentro onde a gente sabe que é o mais intimo a tua mão p...
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