escrevo pouco, mas quase não calo a boca
é comouma espinhaa vontade éde arrancá-laespremê-laentre as unhasimundasapertá-lacom os dedosoleosose quanto maisse tentapior ele ficaum poemasujocomo uma espinhahá que se deixarsecar e morrerde desistênciasantinaturais
para a minha mãe cubro minhas mãos de pétalas das tuas rosas preferidas para tocar-te a pele delicada mas é claro nem sempre posso disfarça...
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