escrevo pouco, mas quase não calo a boca
é comouma espinhaa vontade éde arrancá-laespremê-laentre as unhasimundasapertá-lacom os dedosoleosose quanto maisse tentapior ele ficaum poemasujocomo uma espinhahá que se deixarsecar e morrerde desistênciasantinaturais
é de palavras que me nutres teu verbo a minha carne macia marinando pra tua fome é de palavras que preciso e quando abro a boca os lábios qu...
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