escrevo pouco, mas quase não calo a boca
pouco me importa o teu arroz com feijãodo amorminha fome é outranão como mais palavrastuas páginas em brancocomo um prato vazionão me alimentamnem teu silênciome desespera
minha fome é outra
para o Geraldo meus pés acostumados ao movimento da areia e das ondas do mar do vento trazendo e levando resquícios pisam de repente os pés ...
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