escrevo pouco, mas quase não calo a boca
pouco me importa o teu arroz com feijãodo amorminha fome é outranão como mais palavrastuas páginas em brancocomo um prato vazionão me alimentamnem teu silênciome desespera
minha fome é outra
para a minha mãe cubro minhas mãos de pétalas das tuas rosas preferidas para tocar-te a pele delicada mas é claro nem sempre posso disfarça...
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