escrevo pouco, mas quase não calo a boca
ecosde um amor distanteperdidoa mulherna beira do lagoo altar vazioos joelhos raladosas mãos sangrandocheia de cacos de vidroo altar quebradoum silêncio terrívelreverbera em seus cabelos
para a minha mãe cubro minhas mãos de pétalas das tuas rosas preferidas para tocar-te a pele delicada mas é claro nem sempre posso disfarça...
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