escrevo pouco, mas quase não calo a boca
ecosde um amor distanteperdidoa mulherna beira do lagoo altar vazioos joelhos raladosas mãos sangrandocheia de cacos de vidroo altar quebradoum silêncio terrívelreverbera em seus cabelos
a silhueta da sua barriga se desenha e uma cidade desaparece do mapa litorâneo as suas células são criativas e se reproduzem enquanto a geog...
Nenhum comentário:
Postar um comentário